Melhore seu sistema de vendas online com a LATAM GATEWAY

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Melhorar o sistema de vendas online pode ser um caminho para lucrar mais com uma loja virtual, principalmente para produtos que contam com um público nativo digital. Por exemplo, os jogos online. Essa é a ideia por trás da diversificação de meios de pagamento.

Além de ajudar a adequar o negócio às exigências do cliente, o sistema de vendas online é útil para evitar a fuga de carrinho. Sabe quando o cliente está prestes a fazer uma compra e desiste no meio do caminho? Então, isso acontece, entre outras razões, porque a experiência de compra não é boa.

O objetivo do texto é contar um pouco sobre como melhorar o sistema de vendas online e revelar algumas das soluções de pagamentos oferecidas pela Latam Gateway e feitas justamente para isso. Vamos lá?

Vale a pena investir em ecommerce no Brasil?

O ecommerce passou por um crescimento bem grande durante a pandemia. Graças ao fechamento das lojas, a energia de boa parte dos CEOs se voltou às lojas virtuais. Você já vai entender como isso aconteceu.

Avanço na pandemia

Alguns especialistas analisam que o ecommerce cresceu “10 anos em 10 semanas“, com o investimento fazendo com que as ações de muitas empresas varejistas disparassem. Até os fundos de investimento passaram a aplicar dinheiro graças ao futuro mais promissor do comércio eletrônico.

O crescimento do consumo durante a pandemia formou uma série de novos clientes digitais. Durante o período, a penetração dos mercados digitais dobrou, algo que tinha demorado 10 anos para acontecer. Mas para essa demanda ser sustentável, depende da experiência do público ao comprar. Isso inclui a qualidade do sistema de vendas online, o prazo do recebimento dos pedidos, as políticas de devolução e por aí vai.

O efeito no mercado pode ser observado de algumas formas diferentes. Marketplaces tradicionalmente adaptadas ao mundo online passaram a fazer barulho na bolsa, enquanto startups do meio passaram a receber aporte dos fundos de investimento.

Próximos anos promissores

Apesar de o crescimento ser impulsionado por novos consumidores, há sinais de que ele vai durar, com pesquisas estimando que 30% do ecommerce criado nos anos de pandemia vai permanecer. Os gastos com o ecommerce ainda aumentaram, ganhando protagonismo em comparação com os anos anteriores.

Aqui, a tendência é fazer com que o papel moeda diminua sua circulação. Assim, reduzindo o uso de dinheiro físico, principalmente para diminuir os custos. Boa parte dos brasileiros fez sua primeira compra online durante a crise, com a tecnologia fazendo parte da vida de mais pessoas.

Com a mudança, há uma adoção crescente da automação e das experiências com menos contato físico. Desse modo, há vantagens como a inclusão financeira para os clientes e a produtividade para as lojas. Mas isso vale até para a abertura de empresas, com o mercado favorável para quem presta serviços online.

Sucesso tupiniquim

Embora o movimento seja mundial, aconteceu de forma especial aqui no Brasil. Isso porque o país é o campeão mundial de aplicativos de ecommerce baixados, com um quinto dos downloads acontecendo aqui. Assim, as restrições fizeram do Brasil um dos mercados mais cobiçados.

Se no Android o Brasil lidera, no iOS está em segundo lugar. Desse modo, os consumidores brasileiros se tornaram uma oportunidade para quem quer explorar a tecnologia. O dado mostra não só a adoção tupiniquim dos usuários, como também seu apoio por parte das lojas.

O país tem um dos maiores investimentos do mundo no marketing usado para trazer novos usuários. Assim, fica atrás só dos Estados Unidos. A informação revela que a cultura já é receptiva, estruturada e bem adaptada ao ecommerce.

Intensificação da concorrência

Essa aceleração também aumentou o embate entre as empresas, tornando o mercado mais competitivo e criando oportunidades. Com boa parte das empresas iniciando sua migração durante a pandemia, novas empresas entraram no mundo digital. Às vezes, até grupos tradicionalmente associados ao consumo físico.

Buscas por palavras-chave como “entrega perto de mim” chegaram a crescer 200%. Assim, criando uma dor de cabeça para as empresas. Afinal, como fazer para corresponder a um aumento de demanda e realizar mais entregas em menos tempo?

Isso vale até para os produtos com os quais o varejo físico correspondia bem. Por exemplo, produtos pequenos comprados várias vezes ao ano. Assim, lojas virtuais passam a ser consideradas como opções por todo tipo de consumidor.

Gamers no mercado

Se ecommerce é um mercado em alta, o resultado é ainda mais expressivo quando combinado com um nicho de pessoas adaptadas ao mundo digital como os jogos. Você sabia que o mercado de games chegou a crescer 500%? A tendência é seguir conquistando espaço, mesmo com a vacinação avançando.

Uma das razões é o fato de que os jogos online não são só um meio de entretenimento, mas uma poderosa ferramenta de interação com amigos. A indústria se expande em uma velocidade maior do que a de outras formas tradicionais de consumo, como a música e o cinema. Embora os consoles e o computador protagonizassem a jogatina há alguns anos, as coisas estão começando a mudar.

Os dispositivos móveis estão ganhando mais espaço no mercado, ocupando boa parte da fatia que fazia parte dos meios tradicionais. O sucesso de jogos como Free Fire mostra como os consumidores brasileiros também são adeptos do mobile.

Celulares e tablets protagonistas

Os celulares e os tablets já representam quase metade da receita dos games e também são protagonistas na América Latina. O mobile é promissor por efeito da penetração dos smartphones, já que consoles e computadores são menos acessíveis. Com tendência de alta, até os gamers tradicionais tendem a experimentar a jogatina mobile.

A expansão se intensificou em mercados como o chinês, por ser um dos primeiros a experimentar a quarentena. Mas foi um ensaio do que estava por vir, mostrando o espaço que o ecommerce e os jogos iriam ocupar nos outros países.

Ainda assim, convencer os usuários a pagar por entretenimento é um desafio, com os consumidores gamers sendo uma minoria. Isso revela a importância de uma boa experiência de compra, assim como um sistema de vendas online e uma infraestrutura de pagamentos eficiente.

Como um sistema de vendas online funciona?

O sistema de vendas online sustenta o ecommerce e seu uso vai desde a venda de produtos simples, até a monetização de jogos. Contamos um pouco sobre como a ideia funciona nos próximos tópicos.

Tecnologias do sistema de vendas online

As transações eletrônicas são sustentadas pelo sistema de vendas online, que se baseia em várias tecnologias. Por exemplo, comércio móvel, TEF, gestão de supply chain, marketing digital, OLTP, softwares de gestão de estoque e sistemas de automação.

A ideia se tornou possível graças aos avanços promovidos pela indústria de semicondutores. Assim, os sistemas usam a web nas transações, sendo úteis na compra de produtos ou na contratação de serviços. O processo acontece em três áreas distintas: varejo, leilões e mercados eletrônicos.

Assim, pode funcionar  B2C (empresa para cliente), C2C (cliente para cliente) ou B2B (empresa para empresa). Uma das vantagens é a possibilidade de coletar informações demográficas graças ao contato por meio da internet.

Desenvolvimento da ideia

O termo “ecommerce” foi criado pelo consultor Robert Jacobson, ainda nos anos 1980. Mas a venda via rede já existia no início dos anos 1970, quando universitários fizeram vendas experimentais na Arpanet, uma espécie de precursor da internet que conhecemos hoje.

O primeiro sistema de vendas online foi criado pelo inventor inglês Michael Aldrich, enquanto os anos 80 já deram à luz ao sistema B2B. A ideia começou a se popularizar e em 1984 já surgiu o primeiro sistema com direcionamento aos clientes.

A inclusão de meios como o crédito apareceu em 1989, com a experiência dos clientes começando a ganhar valor. Mas os grandes marketplaces que conhecemos hoje só deram as caras a partir de 1995, com a Amazon e o eBay aparecendo no mercado.

Tendências mundiais

O ecommerce começou a fazer sucesso com a popularização da internet, inicialmente em países europeus. Em 2010, por exemplo, a Grã Bretanha já tinha o maior gasto per capita com ecommerce no mundo. Outro exemplo é a República Tcheca, alcançando protagonismo na receita das empresas em 2013.

Nas economias emergentes, a China também tem marcado presença. Assim, uma fatia do comércio do país já era simbolizada pelas transações digitais em 2015, se tornando o maior mercado online do mundo. No Brasil, o mercado começou a aumentar sua geração de consumidores em 2013.

Já em 2013, os consumidores digitais brasileiros superavam numericamente a média da América Latina. As estimativas internacionais já colocavam o Brasil em uma margem de 17,3 bilhões de dólares em vendas no ecommerce ainda em 2016.

Diferenças entre o sistema de vendas online e o mercado tradicional

Os sistemas de vendas online fizeram com que os mercados tradicionais contassem com uma taxa de crescimento menor do que o ecommerce. Isso faz com que o varejo comum tenha dificuldade de se manter competitivo, já que os lojistas online conseguem oferecer os mesmos produtos com preços mais em conta.

A solução de algumas das redes físicas têm sido um comércio híbrido, mesclando ofertas digitais e físicas. O ecommerce permite que as pessoas façam compras sem preocupação com lugar ou hora. Ainda há a vantagem de contar com uma variedade de produtos maior, já que não existem limitações físicas como as prateleiras. Às vezes, a loja virtual nem trabalha com estoque, enviando os pedidos diretamente para a manufatura.

A precificação também segue uma lógica diferente. Se os negócios tradicionais trabalham com a oferta e a demanda do estoque, os online podem seguir outro caminho. Por exemplo, fazendo análises a partir da velocidade da entrega.

Impacto na gestão

No ecommerce, você pode conduzir o negócio parcialmente ou totalmente online. Nos meios digitais, é possível oferecer produtos mais baratos e com uma seletividade maior. Isso faz com que os clientes prefiram o sistema de vendas online se a entrega é rápida e o valor é competitivo — fazendo com que os meios de pagamento express ganhem espaço.

Mas o mercado online não oferece a experiência física, fazendo com que o varejo comum também tenha suas vantagens. Outro ponto é a segurança online. Sem a sensação de que a compra é segura, os consumidores podem se manter fiéis aos varejistas comuns e já conhecidos. O sistema de vendas online também tem impacto na gestão de supply chains.

Os vários fluxos da cadeia de suprimentos mudam com o ecommerce: físico, financeiro e de informações. Nos físicos, o comércio digital aprimorou o deslocamento de estoque. No financeiro, as soluções de pagamento pintaram como alternativa. Já no de informações, a tecnologia otimizou a capacidade de processamento de dados.

Mudanças para os clientes

O ecommerce tem como ponto forte a comodidade. Sem a necessidade de sair de casa, as compras se tornam mais fáceis. Aqui, basta navegar em um site para comprar itens que poderiam não ser encontrados em lojas físicas próximas. Assim, é útil para a compra de uma série de produtos economizando tempo. Os consumidores também ganham poder, contando com a possibilidade de comparar preços.

No ecommerce, você ainda passa a contar com um número de informações sobre os produtos que os funcionários de uma loja física não teriam. Com o rastreamento de histórico, também é possível fazer comparações, melhorando as próprias escolhas. Os fabricantes ainda podem negociar diretamente com o cliente, diminuindo os valores das transações.

Mas o sucesso do modelo depende da forma com a qual os clientes e as lojas adotam. Nem sempre o preço competitivo é o diferencial, já que muitos consumidores são críticos à burocracia na hora da compra e aos muitos cliques que os sistemas de pagamento rudimentares exigem.

Quais são as soluções para o sistema de vendas online oferecidas pela Latam Gateway?

A Latam Gateway conta com várias soluções para vendas online na América Latina, adaptando-se principalmente à linguagem dos gamers. Você pode conhecer cada uma ao longo dos próximos tópicos.

Boleto Express

O boleto é um meio de pagamento popular entre os consumidores brasileiros, com uma emissão alta por ano. É um título que pode ser pago em bancos, caixas eletrônicos, lotéricas, mercados e até aplicativos de smartphone. Mas conta com uma data de vencimento e o documento pode expirar. Às vezes, é possível liquidar o valor após a data, desde que com o pagamento de juros.

Um dos pontos que mais fazem os consumidores distinguirem o boleto de outros meios é o código de barras. Você pode pagar após um simples escaneamento com um leitor em um smartphone ou caixa eletrônico. Mas há outras informações, como banco, valor, data de validade e por aí vai.

A vantagem do Boleto Express é a velocidade. Isso porque é possível confirmar o pagamento em até 30 minutos, com transações possíveis em qualquer hora do dia e reembolso automatizado.

Transferência Express

A transferência também é uma forma de pagamentos tradicional e envolve o envio de dinheiro entre contas bancárias. Assim, pode acontecer tanto por caixas eletrônicos, quanto via internet. Eram divididas em dois tipos: TED e DOC. Mas isso mudou com a chegada do Pix.

A maior parte dos sistemas exige o preenchimento de algumas informações. No caso do Pix, é uma chave numérica. Nos outros, são informações do destinatário. Por exemplo, nome, CNPJ, CPF e por aí vai.

Mas o problema da transferência tradicional é o tempo. O ponto positivo da Transferência Express é justamente a possibilidade de contornar isso. Aqui, é possível ter a confirmação de pagamento em um prazo curto, de até 15 minutos.

Depósito Express

O depósito é o envio de valores à conta bancária. Normalmente, dinheiro físico ou cheque. Assim, não tem prazo de validade, com o valor podendo ser movimentado pelo titular.

A operação inversa é o saque, em que o dinheiro é removido da conta. Os bancos fazem a captação de recursos com o depósito. Assim, funcionam de forma diferente dos investimentos, já que não há remuneração.

Uma forma comum de fazer isso é no caixa eletrônico, com envelopes feitos justamente para isso. No depósito da Latam Gateway, você tem a confirmação de pagamentos em no máximo 15 minutos.

Cartão de crédito

O cartão de crédito funciona como um empréstimo promovido pela instituição financeira, contando com um limite. Por isso, o fornecimento acontece com base em uma avaliação de risco, chamada de “análise de crédito”.

Assim, a instituição observa vários pontos. Por exemplo, a renda e o histórico de pagamentos. A partir daí, há a definição do limite, definindo quanto pode ser gasto por mês. Caso o risco seja alto, a empresa pode negar a emissão.

Uma das razões pela pelas quais a inclusão no sistema de vendas online pode valer a pena é a possibilidade de parcelamento. O pagamento também acontece de forma prática, bastando digitar o número e o código de verificação. Por isso, conta com uma boa popularidade para compras online.

Carteiras digitais

As carteiras digitais também têm conquistado popularidade por aqui graças à sua praticidade. O serviço armazena informações de cartões de débito e crédito, funcionando como uma versão digital das carteiras tradicionais. Assim, é possível fazer transações, compras, recargas e pagamentos.

Algumas carteiras ainda atraem consumidores graças à rentabilidade. Com opções de investimento que chegam a superar os 100% do CDI, as empresas atraem os usuários que querem construir uma reserva alternativa à caderneta de poupança. Antes do Pix, o modelo ganhou vários adeptos pela simples inexistência de cobrança nas transferências.

Aqui, o QR Code e a aproximação oferecem alternativas até aos lojistas que fazem parte de lojas físicas. Nas virtuais, a receptividade é maior principalmente para os clientes mais adaptados ao meio digital, como os gamers. O modelo pode aparecer como opção de pagamento, assim como o débito e o crédito.

Monetização de jogos e diversificação

A Latam Gateway tem várias opções para monetização de jogos e diversificação dos meios de pagamento. Aqui, a vantagem é a possibilidade de trazer várias opções para os clientes. Se você tem um consumidor que deseja seu produto, mas não usa o meio que você habitualmente oferece, as soluções ajudam a contornar isso. Essa ideia é útil para diminuir as desistências ao pagar. Um dos principais motivadores para a fuga de carrinho é a limitação das opções de pagamento.

Sabe quando você deixa de comprar em uma loja porque ela só trabalha com dinheiro? Então, isso também vale para as lojas virtuais. Por fim, a diversificação faz com que a compra siga o ritmo do usuário. Afinal, há clientes que não têm paciência para esperar os dias úteis do abatimento de um boleto tradicional. Com a variação e a disponibilidade dos meios express, a experiência no checkout se torna mais positiva.

Existem vários sites que usam as soluções da Latam Gateway. O portal Recarga Jogo, por exemplo, usa o sistema para a compra de diamantes no Free Fire e outros jogos da Garena, com várias opções de pagamento. Assim, a distribuidora Nuuvem também faz o mesmo, contando com um catálogo variado de jogos. A Codashop, por sua vez, também atrai usuários para recarga rápida, enquanto a Moedaz foca nos Tibia Coins.

Pix

O Pix é um dos meios mais recentes que apareceram no Brasil. Funciona com o pagamento instantâneo, tendo menos restrições do que modelos tradicionais como o TED e o DOC. As transações acontecem pelo celular e são gratuitas. Nesse caso, não há restrições de horários e não precisa esperar a chegada dos dias úteis.

Outro ponto forte do modelo é o fato de ter pouca burocracia na hora da transferência. Nesse caso, as únicas informações exigidas são a chave Pix. Aqui, pode ser o CPF, o número de telefone ou até um conjunto aleatório de caracteres. O pagamento também pode acontecer por meio do QR Code.

Com a chegada do Open Banking, um protocolo de transparência para o compartilhamento de dados, passou a ser possível fazer o Pix diretamente pelos sites. Antes, existia a exigência de copiar os dados do site e colar no aplicativo bancário.

O sistema de vendas online é útil para trazer comodidade para o público, tornar possível a venda de produtos mais em conta e melhorar a disponibilidade sem a preocupação com o estoque físico. Com um bom modelo de pagamento, você ainda melhora a qualidade do checkout e proporciona uma experiência de compra ainda mais interessante, principalmente para consumidores de jogos online.

A Latam Gateway ainda conta com o atendimento ao cliente em vários idiomas, como português, espanhol e inglês. Caso você tenha dificuldade para fazer as vendas no Brasil, existe o suporte jurídico fornecido pela empresa.

Mas afinal, o que acha de sair da teoria e levar para a sua empresa os meios de pagamento online? A Latam Gateway conta com várias soluções e é especializada em monetização de jogos e de lojas virtuais. Você pode saber mais acessando o nosso site!

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