Mulheres de sucesso nos games cativam pelo carisma e talento

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O universo dos games e e-sports é frequentemente associado ao público masculino. No entanto, muitas mulheres de sucesso ajudam a mudar essa imagem e a mostrar que elas também podem ser grandes gamers. O público feminino é expressivo no consumo dos jogos eletrônicos e está ganhando seu espaço entre profissionais.

Apesar do lugar entre jogadores já ser feminino também por direito, esse público ainda enfrenta desafios e preconceitos. As mulheres, na maioria das vezes, são desencorajadas a jogar. Nesse contexto, é comum que passem por situações constrangedoras, ofensas e até abusos. No entanto, algumas iniciativas tentam mudar o cenário.

Conheça, neste post, quem são as mulheres que inspiram no mundo dos games e garantem o seu espaço mesmo com todos os impasses. Boa leitura!

Números envolvendo a presença feminina nos games e e-sports

Ao contrário do que muitas pessoas podem imaginar, as mulheres são maioria em público consumidor dos games: 53,8% segundo a sétima edição da Pesquisa Game Brasil (PGB). No entanto, no mercado profissional a presença feminina ainda é pequena.

Nos e-sports, o desafio é ainda maior, pois soma também as dificuldades que muitas mulheres enfrentam de participarem de certas atividades consideradas mais “masculinas”. Para exemplificar, a presença de mulheres no futebol é pequena e, muitas vezes, elas não se sentem confortáveis nem como espectadoras, pois sofrem com desrespeito.

Esse contexto deixa o público feminino fora dos games e dos e-sports. Ainda assim, existem mulheres de sucesso que encaram as barreiras e investem no que amam: os jogos. Com as renovações constantes do mercado, as mudanças acontecem e ele se torna mais inclusivo, mas ainda há um longo caminho a ser percorrido.

Dessa maneira, não faltam relatos de ofensas, abusos e até crimes cometidos contra mulheres que jogam, simplesmente por conta do seu gênero. No entanto, algumas mulheres de sucesso estão dispostas a mudarem essa realidade, com projetos e visibilidade.

Assim, se antes elas apareciam apenas como musas e precisavam se enquadrar em um padrão, atualmente as mulheres assumem o controle e garantem seu espaço. Com isso, o mundo dos games se torna ainda mais rico e diverso, o que é benéfico a todos.

Conheça mulheres de sucesso no mundo dos games

Algumas mulheres de sucesso se destacam no mundo dos games e enfrentam o machismo desse meio. Conheça as histórias e projetos para se inspirar.

Alguns nomes notáveis ajudam a trazer mais visibilidade feminina nesse meio. Mulheres de sucesso que se tornaram referência mostram que elas podem sim contribuir muito com esse mercado e que a sua presença tem o objetivo apenas de somar e não de excluir os homens. Conheça algumas gamers que inspiram.

Babi da LOUD

Bárbara Passos, mais conhecida como Babi, é streamer e criadora de conteúdo da LOUD. A influenciadora acumula milhões de seguidores em plataformas como: Youtube, Instagram e Twich TV. Nesta, chegou a quase meio milhão de seguidores com apenas 20 dias de ativação da sua conta.

Babi é referência em Free Fire e em GTA RA. A jovem começou a jogar Free Fire em 2017, quando o jogo ainda estava na fase beta. Antes de entrar para o time da LOUD e realizar o seu sonho de se tornar uma jogadora profissional, fazia faculdade de Direito, curso que foi interrompido.

Por suas habilidades que se destacam, a jogadora foi campeã de Free Fire no evento mundial Streamers Showdown em 2019, ao lado da colega Camila Voltan, da mesma organização.Também levou o segundo lugar no prêmio eSports 2020 na categoria de melhor streamer.

O preconceito por ser mulher

Apesar da carreira de sucesso, sua história também teve momentos difíceis por conta do machismo do setor. Em razão do preconceito que sofreu nas guildas mistas no início da carreira, Babi precisou conquistar seu espaço primeiramente em torneios exclusivamente femininos.

A jogadora foi a primeira mulher a entrar para o time da LOUD e desde o início chamou a atenção do público por seu talento e dedicação. Hoje em dia, tem a oportunidade de jogar com outras mulheres também na mansão.

Nicolle Merhy da Black Dragons

Um dos nomes brasileiros mais promissores dos games é Nicolle Merhy, a Cherrygumms. A organização da qual ela é CEO, a Black Dragons, é um exemplo de combate à cultura machista nesse meio. Nicolle ingressou no universo dos games bem cedo, aos sete anos, por influência do pai.

Da infância, inclusive, vem o seu nick famoso, pois ela gostava muito de chicletes sabor cereja. Cherrygumms é ex-atleta de Rainbow Six: Siege e também foi destaque em outros títulos em sua carreira, como Quake 3 Arena, em que figurou entre os melhores jogadores do Brasil.

Ao entrar para a Black Dragons em 2014, Nicolle se destacou por, além de ótima jogadora, ser também uma grande líder. Suas contribuições foram significativas para o crescimento expressivo da marca e para que o time de R6 entrasse para os melhores do mundo.

Ao se tornar CEO da organização, outros esportes entraram para a lista, com equipes de Crossfire, Rocket League, Paladin, Free Fire, entre outros. Em 2018, foi eleita a maior organização brasileira no prêmio Esports Brasil da SportTV.

Nicolle, por sua vez, está entre as mulheres de sucesso que se tornaram mais conhecidas e bem-sucedidas do mundo dos games. Sua história é um exemplo e inspiração para outras que também sonham ingressar no meio.

Luta por respeito às mulheres

Ao liderar a organização de e-sports mais antiga do Brasil, Nicolle demonstrou especial preocupação com o espaço feminino e o respeito às jogadoras. A Black Dragons conta com equipes só de mulheres, além de ter uma clara mensagem de inclusão. A BD, inclusive, já desligou atletas por comportamentos machistas.

Além disso, Cherrygumms é precursora do movimento My Game, My Name, que tem o objetivo de conscientizar as pessoas sobre o assédio sofrido por mulheres gamers. Dessa forma, explicita que muitas delas já usaram nicks masculinos para evitarem ofensas nos jogos e aborda situações constrangedoras que ainda acontecem com frequência.

Nyvi Estephan

Nyvi Estephan é uma gamer que também trabalha como repórter, atriz, apresentadora e influenciadora digital. A jovem exibe um currículo amplo: é formada em Design de Moda, Jornalismo de Games e Interpretação para a TV. Efetivamente, começou a trabalhar com os e-sports em 2013, ainda conciliando com outras atividades.

Assim, nesse mesmo ano, Nyvi lançou o seu canal no YouTube que é um sucesso. Em 2017 foi convidada para apresentar o prêmio eSports Brasil e se tornou embaixadora do evento. Já foi eleita a maior apresentadora de games da América Latina e a terceira maior do mundo.

Com isso, a brasileira também vem ganhando espaço na TV. Ela é uma das apostas da Rede Globo para o entretenimento e já trabalhou como repórter para o Big Brother Brasil. Também tem um quadro no programa Esporte Espetacular, o Start, em que conta mais sobre o universo gamer, como torneios, projetos e histórias de personagens.

Na cena gamer, Estephan iniciou sua carreira nos esportes eletrônicos como host em grandes torneios como: League of Legends (LoL), Crossfire, DotA 2, PUGB, Counter Strike, entre outros. Além disso, faz stream com frequência de Rainbow Six: Siege e outros jogos. As lives acontecem principalmente no período noturno.

O desafio do acesso aos jogos

Sobre a experiência de ser mulher gamer, Nyvi contou ao jornal Hoje em Dia que acredita ser explicável a predominância masculina no meio, pois as mulheres não foram encorajadas a jogarem nos consoles. No entanto, serem maioria nos jogos via mobile indica que o problema era falta de acesso.

Dessa forma, a gamer considera que o incômodo com a presença feminina se resolverá na medida em que mais mulheres assumirem esse espaço. Para isso, afirma ser importante punir agressores em campeonatos e ampliar os torneios femininos para que elas ganhem seu espaço sem sofrerem constrangimentos por seu gênero.

Showliana da Dignitas

Destaque em Counter-Strike: Global Offensive (CS:GO), Juliana Maransaldi, a Showliana, é mais um exemplo para a lista das mulheres de sucesso nos games. A veterana já se aposentou quando a paiN — organização da qual fazia parte — dispensou a equipe feminina e seguiu ela seguiu apenas como influenciadora da marca.

Apesar disso, em 2020 ela decidiu voltar à ativa quando surgiu o convite da Dignitas Female, marca internacional que apoia atletas de alto desempenho nos jogos profissionais. Dessa forma, foi a primeira brasileira a ingressar em uma equipe estrangeira. A line-up que Showliana integra também participará de torneios de Valorant.

Para a conquista, Juliana  realizou testes e se dedicou aos estudos de inglês com objetivo de se comunicar com as parceiras. Além dos torneios femininos, a gamer também se prepara para competições mistas com sua equipe. Sua meta é se tornar top 1 em Counter Strike e dominar o cenário.

Machismo na CS Summit 8

Um dos momentos amargos da carreira de Showliana que ganhou conhecimento do público foi o comentário machista de um narrador da CS Summit 8. Sua fala se referiu ao namorado Epitácio “TACO” e sua relação com a veterana. Ambos manifestaram seu incômodo em suas redes sociais e receberam apoio de colegas.

Após o acontecimento, a divisão brasileira responsável pela transmissão em português do evento soltou uma nota de esclarecimento demonstrando a insatisfação com o comportamento. Como resultado, o narrador foi afastado da equipe.

Ana Xisdê

De jogadora assídua à comentarista de League of Legends, Ana Paula Cardoso, conhecida por Ana Xisdê, rompeu barreiras internacionais e é exemplo de visibilidade feminina nos games. Ela foi a primeira brasileira a participar de uma transmissão internacional de Overwatch.

Para chegar a essa conquista, Ana se dedicou aos estudos do jogo e precisou fazer uma escolha difícil entre suas paixões: LoL e Overwatch. Ela encontrou a oportunidade que esperava quando a Blizzard, criadora do jogo, anunciou um campeonato feminino. Ali, soube que poderia ingressar em um meio dominado por homens.

Além disso, Ana Xisdê também fez parte da Liga Brasileira de Free Fire durante um ano. No entanto, deixou o grupo para se dedicar aos projetos pessoais. Atualmente, a profissional representa mulheres no mundo com seu trabalho como comentarista.

História de superação do machismo

Ana, assim como a maior parte das mulheres que se envolve no cenário dos games, também já foi vítima de diferentes situações de machismo. Assim, afirma que precisou ganhar o seu espaço para poder falar sobre o assunto. A comentarista garante que sua carreira é fruto da conquista por seus estudos e dedicação.

Em suas experiências, já lidou com pessoas que se incomodam com a presença feminina de forma geral no universo dos games e que a ofenderam diretamente por seu gênero. Porém, também recebeu pedidos de desculpas quando sua carreira se consolidou.

Kalera

A carioca Camila Vieira é conhecida por Kalera e é destaque em Rainbow Six no Brasil. Além de streamer e influenciadora, Kalera também é cantora. Sua paixão por jogos eletrônicos começou aos 4 anos, quando ganhou um Mega Drive dos pais.

Sua vida de streamer se iniciou em 2015, com LoL, mas sempre gostou de experimentar outros títulos. Aposta na diversidade e tem personalidade alegre. Com isso, além dos jogos, seu canal também conta com alguns covers de trilhas sonoras famosas escolhidas pelo público.

A carreira de Kalera se impulsionou com suas habilidades em R6 e seus vídeos incentivaram muitos seguidores a adquirirem o jogo. Seu talento chamou a atenção também da Ubisoft Brasil, o que lhe rendeu algumas participações em lives da da desenvolvedora do game. Também marcou presença em torneios importantes.

O destaque de mais uma entre as mulheres de sucesso que mencionamos foi ter recebido a maior honra do R6: um charm seu no jogo. Nenhum brasileiro chegou a esse feito antes de Kalera.

Conscientização nas redes sociais

Sua presença online não se restringe aos jogos e à música. Isso porque, Kalera também fala de temas sociais importantes, com dicas e reflexões. O machismo no universo gamer é assunto que a jogadora sempre discute. Sua ideia é ajudar as pessoas, então, aposta na comunicação amigável.

Infelizmente, Kalera também já esteve envolvida em situações de assédio enquanto jogava Valorant e precisou cancelar uma live por conta do impacto das palavras ditas por outro jogador.

A Riot Games se pronunciou sobre o caso e reafirmou a importância de combater esse problema para que a experiência dos jogos se torne mais justa a todos os participantes.

Projetos que fomentam a presença feminina nos e-sports e games

Algumas mulheres de sucesso se destacam no mundo dos games e enfrentam o machismo desse meio. Conheça as histórias e projetos para se inspirar.

Uma das alternativas encontradas para superar o desafio do machismo no mundo dos games foi a criação de projetos que fomentem a presença feminina. Eles, além de oferecerem espaços mais acolhedores para as mulheres jogarem, também ajudam na profissionalização.

Os resultados são bastante positivos e já podemos ver um aumento na participação delas em campeonatos, torneios e streamings. Conheça, a seguir, algumas iniciativas importantes.

Girls’ Arena

O projeto Girl’s Arena tem a finalidade de inserir mulheres nos e-sports em várias funções, não apenas como jogadoras profissionais. Assim, tem ações para preparar comentaristas, psicólogas, analistas, entre outros cargos.

Atualmente, o foco do projeto é League of Legends e Teamfight Tactics. No entanto, há a intenção de ampliar para títulos como: Valorant, Fortnite e Counter-Strike. O projeto conta com o apoio da You Go Girls e da Ventrue eSports.

Projeto Valkírias

A iniciativa do Projeto Valkírias é da Streamer Pamela Mosquer e seu objetivo é treinar mulheres para conquistarem seu espaço nos e-sports. Dessa forma, a ideia está em crescimento e incorpora cada vez mais frentes para ampliar a profissionalização das mulheres no meio dos games.

Com isso, além de jogadoras de alto desempenho, como o Girls’ Arena, também prepara mulheres para outras funções, como: coaches, managers, narradoras e comentaristas. A preocupação é incluir todas elas e garantir o melhor suporte, sem nenhum tipo de exploração. Assim, também há especial apoio às mulheres não-brancas e não-cisgêneras.

You Go Girls

You Go Girls é um site que tem a missão de acolher mulheres jogadoras e incentivar sua carreira — ou lazer — nos e-sports. A ideia é divulgar informações relevantes e conscientizar o público sobre as opressões que acontecem nesse meio.

Nesse sentido, aborda questões comuns na rotina de mulheres gamers, como: desligar o microfone, usar nome falso ou mesmo desistir do seu sonho de jogar por causa dos constrangimentos. O conteúdo é bastante inspirador e estabelece uma rede de apoio a esse público.

Além do site, também há o podcast Minas no controle, feito em parceria com o coletivo Rexpeita Elas. Da mesma forma, mantém o projeto Her Voice Gaming, que busca mais oportunidades de inserção no mercado profissional.

Associação Feminina Gaming Brasil (AFGB)

A Associação Feminina Gaming Brasil (AFGB) tem o foco nos assédios e violências sofridas por mulheres nos e-sports. Assim, oferece apoio jurídico e psicológico para aquelas que vierem a passar por algum tipo de opressão nesse meio e incentivar as denúncias.

É um projeto importante, pois traz respaldo para enfrentar os constrangimentos. Além disso, ajuda a conscientizar e coibir ações de machismo. Efetivamente, encoraja e apoia mulheres que optarem por expor os abusos sofridos.

Organizações de e-sports femininas

As mulheres de sucesso nos games têm seu espaço não apenas nos projetos que encorajam a sua profissionalização, mas também nas organizações e nos campeonatos femininos. Além de ingressarem nas equipes mistas, elas também podem participar de organizações femininas. Veja alguns exemplos.

Sakura Esports

A Sakura Esports é uma organização criada em 2018 com o objetivo de encorajar a participação feminina nas competições, debates e criação de conteúdos nos games. Para isso, oferece às interessadas diferentes formas de apoio gratuitas, como campeonatos femininos, workshops e conteúdo educativo.

Da mesma forma, a iniciativa também conta com suporte psicológico, jurídico, nutricional e fisioterápico de graça, além do apoio para se profissionalizar. Um dos destaques é o Sakura Ascent, um campeonato de Valorant para mulheres.

Athena’s e-Sports

A Athena’s e-Sports é a primeira organização profissional de e-Sports feminina.Seu line-up conta com APEX, Call of Duty, CS:GO, Fortnite, League of Legends e Rainbow Six: Siege.

A organização teve também a primeira seleção feminina a participar de um campeonato internacional de Call of Duty, o Sul-Americano da ArenaOn. As jogadoras recebem suporte profissional para as suas atividades.

Campeonatos femininos de e-Sports

Uma questão complexa no meio é a existência de campeonatos femininos. Há quem acredite que a iniciativa reforça o sexismo entre jogadores. Por outro lado, algumas mulheres conseguem oportunidades para se profissionalizar e proteção contra os assédios apenas em espaços reservados como estes. Conheça os alguns dos campeonatos.

CampLota

O evento CampLota é uma idealização de Camila “CamilotaXP”, com ótima receptividade. Seu foco é em Free Fire e o evento tem o convite para mulheres que desejarem jogar, narrar, apresentar ou comentar. O crescimento é expressivo após sucessivas edições, passando de 12 equipes na primeira edição para 72 na segunda edição.

Girl Gamer Festival

O Girl Gamer Festival é um evento internacional de e-sports feminino. O campeonato conta com diferentes títulos e recebe guildas famosas, com mulheres de sucesso. Em 2019, teve uma edição em São Paulo, o que facilitou a participação de jogadoras brasileiras.

Campeonatos femininos de Valorant

O Valorant é destaque da Riot Games e tem a preocupação desde o seu lançamento com a visibilidade feminina. Por isso, existem diferentes campeonatos que visam promover o game entre as mulheres, como: Rivals Women’s Cup, Ascent Women’s Cup, Metrópole Rivals Women’s Cup e o Girl Pwr Valorant.

Circuito feminino de R6

O circuito feminino de Rainbow Six Siege é outro exemplo de campeonato que recebe mulheres que dão um show no jogo para esbanjar suas habilidades. É organizado pela Ubisoft Brasil e tem premiação recorde de R$300 mil. Assim, é uma ótima vitrine para as jogadoras.

Sucesso tende a crescer

Portanto, as mulheres de sucesso nos games ajudam a quebrar paradigmas do meio e a enfrentar o machismo que persiste. As iniciativas apresentam bons resultados e o efeito é o crescimento da presença feminina nos jogos eletrônicos profissionais. Trata-se de um público expressivo que está assumindo um espaço seu de direito.

Um dos caminhos para a profissionalização no mundo dos games é a monetização dos jogos. Para isso, você pode contar com a Latam Gateway, uma empresa da América Latina com tecnologia própria para monetizar games e empresas digitais. Visite nosso site e saiba mais.

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