Jogos multiplataformas: saiba o que são e por que são sucesso absoluto

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A indústria de games é uma das mais rentáveis no mundo do entretenimento. É só olhar os números (alguns que, inclusive, falaremos aqui) para ter um vislumbre dessa realidade. Dentro disso, os jogos multiplataformas estão ganhando cada vez mais espaço no mercado, pois possibilitam que mais pessoas tenham acesso a eles.

Portanto, neste artigo falaremos sobre esse ponto específico do mercado, ressaltando seus benefícios e por que são sucessos absolutos. Você também vai conhecer os jogos de maior aceitação dessa modalidade, os números que movimentam e o que têm em comum.

É bastante coisa, mas garantimos que você sairá daqui sabendo de tudo!

Para começo de conversa: o que são jogos multiplataformas?

Dizemos que um jogo é multiplataforma quando ele pode ser jogado em mais de um console. As principais empresas do setor, Sony, Microsoft e Nintendo, têm estratégias em volta do lançamento de jogos exclusivos para alavancar as vendas de consoles. Entretanto, disponibilizar games que também estão disponíveis nas plataformas concorrentes também tem suas vantagens.

A primeira delas é a pluralidade. Quando você, como fabricante de videogames, fornece compatibilidade com os principais jogos lançados, maiores são as chances dos consumidores comprarem seu produto. Isso porque, ao adquiri-lo, eles jogarão tudo o que está disponível no mercado, como os jogos casuais que fazem muito sucesso, além de aproveitarem os títulos exclusivos da sua marca.

Além disso, a segunda vantagem é participar do mercado das third-party financeiramente falando. Este é um termo que se refere aos jogos criados por desenvolvedoras e publicadoras (comumente referidas como publishers) de maneira independente. Ubisoft, Rockstar, Konami, Electronic Arts e Bandai Namco são alguns exemplos.

Muitos fãs acompanham de perto as produções dessas empresas. Seus jogos marcaram gerações e até hoje têm real importância no desenrolar da indústria. Estes são jogos multiplataformas e seu mercado é imenso. Portanto, participar dele é uma boa aposta para os cofres das criadoras de consoles.

Diferença entre Cross-play, jogos multiplataformas e outros termos

Existem várias nomenclaturas no mundo dos games que categorizam os jogos, periféricos e eventos da indústria. Alguns são mais simples e intuitivos, como os termos “online” e “multiplayer”. Outros são específicos de cada console. É o caso de “VR” e “Kinect”.

Porém, também existem alguns nomes que só confundem. Cross-play, cross-platform, cross-gen, jogos multiplataformas e cross-save são alguns exemplos. É melhor explicarmos as diferenças (e semelhanças) agora, pois você não terá dúvidas quando falarmos sobre os jogos especificamente.

Como já explicamos o que são jogos multiplataformas, não repetiremos agora para não sermos redundantes, tudo bem? Acompanhe:

O que é Cross-play

É a mecânica que permite que jogadores joguem o mesmo game a partir de consoles diferentes. Por essência, todo jogo cross-play é multiplataforma, porém nem todos os jogos multiplataformas são cross-play.

O melhor exemplo é o GTA 5. É multiplataforma porque foi lançado para consoles PlayStation e Xbox, além do PC, mas não é cross-play porque jogadores de PlayStation não jogam junto aos de Xbox e PC.

Não existem restrições por parte de Sony e Microsoft, portanto, quem libera essa jogatina cruzada é a própria desenvolvedora do jogo. Cabe a ela tomar essa decisão de acordo com suas estratégias. A Epic Games, por exemplo, dona de Fortnite, usa uma estratégia diferente, que estimula o gameplay em conjunto nos seus jogos.

Outro dado importante para quem busca esclarecimento e melhor entendimento do mercado é que cross-platform é o mesmo que cross-play. Ou seja, são sinônimos. A comunidade cria vários termos para a mesma coisa, sendo que nos fóruns e blogs independentes circulam as variações cross-jogo e cross-console, por exemplo.

O que é Cross-save

Sabendo que jogos cross-play são games que compartilham sessões com jogadores de diversas plataformas, o cross-save consiste em disponibilizar em um console todo o progresso obtido em outro aparelho. Isso é muito importante em jogadores que passam por três situações:

  1. Estão mudando de videogame da mesma geração: nessa mudança horizontal, o jogador tem, por exemplo, um PlayStation 4 e está migrando para o Xbox One. Jogos que têm cross-save permitem que ele continue seu progresso no console da Microsoft;
  2. Estão mudando para uma geração posterior de videogames: nesse exemplo, a pessoa costuma jogar no PlayStation 4 e quer mudar para um console de nova geração (PlayStation 5 ou Xbox Series) sem perder seu progresso.
  3. Têm mais de um videogame e quer continuar de onde parou independente do aparelho. Genshin Impact é um dos melhores exemplos dessa situação. O jogador pode alterar a plataforma a qualquer momento sem perder o save.

Nesse caso, ao contrário do exemplo anterior, nem todo jogo com cross-save também é um jogo multiplataforma. Homem-Aranha, por exemplo, tem salvamento compartilhado entre PlayStation 4 e PlayStation 5, mas por ser um título exclusivo da Sony, não aparece no Xbox, Nintendo ou PC.

O que é Cross-gen

São jogos lançados para duas gerações de consoles, como PlayStation 4 e 5. Cada um possui sua própria versão, extraindo o melhor de cada aparelho. Obviamente, essas categorias de jogos são muito comuns em épocas de lançamentos de novos consoles.

O termo cross-gen é frequentemente usado quando o assunto é o novo console da Microsoft, Xbox Series, que possui o recurso Smart Delivery. É uma entrega inteligente que proporciona ao jogador usufruir o melhor de determinado jogo conforme o console em que é jogado.

Dessa forma, a pessoa que compra um jogo cross-gen compatível com a tecnologia Smart Delivery, ao executá-lo no Xbox One, jogará a versão correspondente. Mas se ela baixar o mesmo jogo em um Xbox Series, poderá usufruir da versão completa, que traz os recursos  mais recentes da nova geração. Legal, né?

A tendência de jogos multiplataformas serem cross-play

Agora que descomplicamos os termos, podemos prosseguir. O mercado de jogos multiplataformas é extenso e nos mostra números expressivos, tanto no âmbito financeiro como no social. A demanda gerou um movimento que, gradualmente, vem ganhando força: que os títulos sejam cross-play nos modos de jogo online.

Existem alguns memes por aí que expressam a infelicidade de amigos, colegas e familiares que jogam o mesmo jogo, mas não conseguem jogar em conjunto. Um joga no PlayStation, outro no Xbox e o último joga no PC. Isso é muito comum no caso de GTA, como já mencionamos, e no dos populares jogos de futebol — PES e FIFA.

Porém, foi depois do battleroyale que a onda ganhou força. Jogos como PUBG, Fortnite e Apex Legends colocam até 100 jogadores em uma área (normalmente uma ilha) e o último a sobreviver, vence a partida. Esse modo de jogo se tornou tão popular que ganhou adaptações até em FIFA.

O atrativo de um battleroyale é ser online, de modo que ter vários amigos na mesma partida tornaria as coisas muito mais divertidas. Então, o cross-play traz vantagens para a desenvolvedora do game, para Sony, Microsoft e Nintendo e, principalmente, para os players.

Principais jogos multiplataformas

Existem jogos cross-play para todos os gostos. Fãs de esporte se divertem em disputas de corrida e futebol, os de guerra também não podem reclamar de nada, enquanto os mais adeptos a jogos casuais estão muito bem servidos. Uma coisa é certa: o sucesso que esses jogos fazem, cada um com seu público-alvo, é absoluto.

Então vamos conferir os números dos principais jogos multiplataformas do mercado?

No princípio, era o verbo. E o verbo era PUBG

PlayerUnknow’s Battlegrounds foi o primeiro jogo a lançar o modo battleroyale, em 2017. O sucesso foi tão grande (e imediato) que PUBG vendeu mais de 18 milhões de cópias no acesso antecipado da Steam. E não foi só isso, pois o jogo também apareceu na The Game Awards 2017.

O TGA é um evento que nomeia os principais jogos do último ano em diversas categorias, tanto que é conhecido na comunidade como “O Oscar dos Games”. A presença de PUBG concorrendo a Jogo do Ano, premiação máxima do evento, causou burburinho na internet por ser a primeira vez que um jogo em acesso antecipado concorria.

O título em questão ficou com The Legend of Zelda: Breath of the Wild, da Nintendo, mas PUBG recebeu diversos prêmios de destaque em publicações da mídia: a Eurogamer o colocou em 4º lugar dentre os 50 melhores de 2017, enquanto a IGN o considerou o melhor jogo de PC do ano.

PUBG se tornou multiplataforma em março de 2018, quando ficou disponível para Android e iOS. Até que, por fim, chegou ao Xbox One em setembro e ao PlayStation em dezembro do mesmo ano.

O vovô (mas nem tanto) Minecraft

Tudo bem que PUBG foi o primeiro battleroyale, mas ele não é o mais antigo entre os jogos multiplataformas. A Mojang lançou Minecraft em 2009, quando era tudo mato e a discussão sobre jogar simultaneamente com players de outros consoles nem existia.

Na verdade, falar sobre multiplataforma no Minecraft é um pouco diferente, pois já no lançamento o jogo estava disponível para Windows, macOS e Linux. Ou seja, na teoria, ele sempre foi multiplataforma. Porém, digamos que ele deixou de ser exclusivo de computadores em maio de 2012, quando um port chegou ao Xbox 360 com algumas diferenças.

Após a Microsoft comprar a Mojang em 2014 por US$ 2,5 bilhões, a versão Bedrock (escrita em C++) de Minecraft passou a ser vista com mais prioridade. E não é por menos, já que essa linguagem de programação facilita a reprodução do jogo em dispositivos que não suportam Java (e, indiretamente, estimula o cross-play).

Então, em 2017, Minecraft chega ao Xbox One com a versão Bedrock. O jogador podia jogar com seus amigos do PC (desde que eles também tivessem comprado essa versão). O Switch recebeu o game em 2018, até que em 2019 foi a vez da Sony abrir as portas para o cross-play de Minecraft.

Fortnite: nascido para quebrar recordes

O fenômeno de Fortnite é implacável, e sua importância para a disseminação do gênero battleroyale é inquestionável. Desenvolvido e disponibilizado gratuitamente pela Epic Games em 2017, o jogo se tornou muito popular entre crianças e adolescentes e até hoje vem batendo recordes de audiência simultânea.

Em 2019, a transmissão da final da Copa do Mundo de Fortnite na Twitch estabeleceu a marca histórica de 1,3 milhão de espectadores em 28 de julho. Kyle “Bugha” Giersdorf, de apenas 16 anos, foi o campeão na categoria solo e levou uma bolada de US$3 milhões (11 milhões de reais na cotação da época).

Essa marca só foi batida dois anos depois, também com Fortnite, quando em janeiro de 2021 o espanhol David “TheGrefg” fez uma live para revelar sua própria skin no jogo. A audiência chegou a 2,4 milhões de pessoas assistindo simultaneamente.

O streamer ninja “Ninja”

Richard Tyler Blevins é conhecido na internet como “Ninja”. E o nome faz correta alusão ao que ele representa. Além de ser o streamer com mais seguidores na Twitch, sua popularidade entre os amantes de Fortnite sempre foi tão considerável que em 2019 a Microsoft o contratou com exclusividade para o Mixer — sua já extinta plataforma de streaming.

Os valores até hoje não foram revelados. Mas quem acompanhou as notícias naquela época tem certeza que dava pra pagar alguns boletos. Fontes não oficiais dizem que a quantia beira os 50 milhões de dólares.

Call of Duty: Warzone

Multiplataforma desde o início, Call of Duty recebeu o cross-play em 2019 com o lançamento de CoD: Modern Warfare. No ano seguinte, os fãs da franquia, finalmente, puderam desfrutar de um battleroyale com toda a qualidade e características que estavam habituados: chega ao mercado Call of Duty: Warzone.

Trata-se de um modo de jogo que, inicialmente, fazia parte de Modern Warfare. Porém, o sucesso foi tão grande que o lançamento de CoD: Cold War levou o modo Warzone para si. Essa manobra trouxe todas as novidades do jogo novo ao modo que caiu nas graças do público tão facilmente.

O resultado não poderia ser melhor: em abril de 2021, a Activision, no Twitter oficial de Call of Duty, divulgou que o modo Warzone ultrapassou 100 milhões de jogadores. Porém, inacreditavelmente, não foi o único game do gênero, pois Apex Legends, da Electronic Arts, obteve os mesmos números seis dias antes.

Apex Legends

Na época em que lançou Apex Legends, a Electronic Arts vinha passando por alguns problemas com sua política de microtransações. Jogos como Star Wars Battlefront 2 e Need For Speed Payback foram criticados como nunca. Portanto, a companhia decidiu não anunciar que desenvolvia um novo jogo multiplataforma, também battleroyale.

Sem acesso antecipado, sem pré-alpha ou beta, Apex Legends chegou ao mercado “imediatamente”. Todos puderam jogar assim que o game foi anunciado, em fevereiro de 2019. Talvez tenha sido estratégico, para que a comunidade, fragilizada, não recebesse o jogo a pedradas injustamente.

Seja como for, deu certo. Apex Legends caiu nas graças do público e, como já foi dito, chegou a 100 milhões de jogadores em 2021.

Among Us

A desenvolvedora estadunidense InnerSloth lançou Among Us em 2018 e o jogo “até teve umas vendinhas”. Mas sua média de jogadores simultâneos era de 25. Só após dois anos, no auge da pandemia do novo Coronavírus, um streamer americano deu a visibilidade que o jogo precisava ao fazer algumas lives em inglês.

Pois é, apesar de Among Us ter sido desenvolvido e publicado por norte-americanos, aqueles poucos jogadores eram, normalmente, da Coréia do Sul. Então, a sequência do game foi adiada e ele recebeu todo o foco da produtora.

Porém, desde o ano de seu lançamento, ele é um jogo multiplataforma, pois 5 meses após chegar ao mercado, Among Us deu as caras no Windows pela Steam. Muitos acreditam que o que mais contribuiu para o seu crescimento foi a pandemia. Hoje, o jogo não vive mais o esplendor de outrora, mas ainda é um dos jogos multiplataformas mais jogados.

E-Football (antigo PES)

International Superstar Soccer, Winning Eleven, Pro Evolution Soccer (PES), E-Football PES e agora simplesmente E-Football. O jogo da Konami já teve vários nomes, está entre nós desde 1994, no Super Nintendo, e se tornou um jogo multiplataforma em 1995, quando chegou ao PlayStation.

Esse ano, a Konami faz uma nova reformulação, mudando os rumos da franquia. Pensando no ambiente online, a japonesa alterou o nome para E-Football e adicionou o cross-play pela primeira vez. Outra mudança é que, a partir de agora, o jogo deixará de receber novos títulos todos os anos, será gratuito e terá atualizações de elenco e uniformes.

Isso indica o cenário ao qual buscam competir, pois, agora, E-Football tem características semelhantes aos battleroyales que falamos anteriormente. Fortnite, assim como Apex, e Cod: Warzone, que citamos, é gratuito. A monetização do game vem com recursos extras e passes de temporada.

Aproveitando o gancho: como funciona a monetização de jogos gratuitos

Essa é uma dúvida pertinente de muitos jogadores e, na verdade, consumidores de jogos e aplicativos gratuitos. Como é que eles ganham dinheiro se o usuário pode baixá-lo de graça? Bom, isso depende de cada modelo de negócios. No caso de aplicativos de celular, a receita vem dos anúncios.

Alguns games totalmente desenvolvidos para o ambiente online também contam com anúncios, além das microtransações. No caso dos grandes jogos multiplataformas, como os que falamos aqui, não há publicidade “in-game”, digamos assim. Mas outras formas marcam presença.

O mais conhecido é o passe de temporada, que proporciona algumas vantagens e exclusividades ao jogador que o compra. Também têm as skins, que dão uma diferenciação ao seu personagem em relação aos outros jogadores. Nesse ponto, há um mercado lucrativo, pois quanto mais rara uma skin, mais cara ela é.

Pequenos desenvolvedores que têm uma boa ideia e talvez até alguns esboços, hesitam nesse ponto. Enquanto querem proporcionar uma experiência de consumo sem anúncios, precisam monetizar o jogo.

O Gateway de pagamento

Ainda que disponibilizar um jogo gratuitamente seja atrativo do ponto de vista do marketing, precificá-lo pode ser mais eficiente. Para isso, a vantagem competitiva está em oferecer, além de preço competitivo, as formas de pagamento preferidas entre os consumidores.

Além disso, a segurança precisa ser considerada, ou o interessado em comprar o jogo não vai preencher os dados do cartão de crédito. É nesse ponto que entra o gateway de pagamento.

Trata-se de uma tecnologia de pagamentos digitais que faz a intermediação entre a instituição financeira do cliente e do vendedor (que, no nosso caso, é o pequeno produtor de jogos). É fundamental porque, evidentemente, nenhum gamer tem medo de comprar direto da Ubisoft, por exemplo, e sofrer algum golpe por parte da empresa.

Mas quando a receptora é uma pequena empresa de jogos, com poucas informações na internet, o cenário é outro. Então o gateway é fundamental para que o comprador se sinta em um ambiente seguro. O pequeno desenvolvedor também não é prejudicado com golpes de cartão de crédito e boleto.

Essa é para quem cria jogos e quer monetizá-los: qual o melhor gateway de pagamento?

O ideal é optar por empresas de gateway que tenham parceria com os principais bancos e carteiras digitais. Aqui na América do Sul, a melhor opção é a Latam Gateway, principalmente pelas suas soluções de Boleto Express e Depósito Express.

  • Boleto Express: é um modelo de pagamento em que a confirmação é feita em apenas 30 minutos;
  • Depósito Express: no depósito express, o pagamento é confirmado dentro de 15 minutos.

Ainda tem a Transferência Express, uma variedade que tem o mesmo tempo de aprovação que o Depósito Express. Tudo isso além das formas de pagamento tradicionais via cartão de crédito. Ou seja, é ideal para o desenvolvedor de games que busca monetizar seu jogo.

Sobre a Latam Gateway

Apesar de falarmos sobre a Latam Gateway em um cenário voltado a pequenos developers, ela atende empresas de todos os tamanhos. Proporciona atendimento aos seus clientes em português, inglês e espanhol e ainda presta toda assistência jurídica para vender no Brasil com preços locais.

A expansão é o próximo alvo de uma pequena produtora de games. Então convém localizar seu jogo nos países vizinhos aqui do Brasil. Não basta traduzir o jogo para o espanhol, a diferença está em incluir as gírias e comportamentos da população em questão. Esse é o real significado de “jogo localizado”.

Contratar um tradutor e outros profissionais é só o primeiro passo e ainda faz parte da produção. Para efetivamente vender seu jogo, a forma de pagamento também precisa estar de acordo com as legislações vigentes no país.

Mais uma vez a Latam Gateway se mostra como a melhor opção nesse sentido, com soluções para pagamentos no México, Chile, Argentina, Peru e Colômbia. Quem quiser saber mais sobre as soluções da empresa, pode acessar a homepage do site.

E aí, o que achou? Deixe seu comentário que vamos responder!

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