Dicas Free Fire: comece mandando (muito) bem no jogo!

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Apesar do sucesso comercial, Free Fire pode confundir quem não está acostumado aos jogos de battle royale. Geralmente, trazem referências de jogos online de sobrevivência em uma jogabilidade que se aproxima do gênero last man standing. Para os players acostumados com sucessos como PUBG, Fortnite e Apex Legends, a adaptação pode ser mais fácil. Ainda assim, existem algumas dicas de Free Fire que podem facilitar a sua vida.

O jogo foi originalmente desenvolvido para celulares, mas você pode rodar no computador com a ajuda de um emulador. Por exemplo, o BlueStacks, um programa feito para rodar aplicativos da Play Store no Windows. Já que boa parte dos players não é tão familiarizado com as telas touch screen, contar com a possibilidade de usar teclado e mouse pode dar um up no desempenho.

Na aplicação, há a simulação do ambiente Android, com um ícone indicando a loja oficial do sistema do robô verde e você ainda tem a opção de instalar aplicações APKs avulsas. Mas independentemente da plataforma, quer conhecer as principais dicas de Free Fire para mandar bem no battle royale da Garena? É só continuar por aqui!

O que é Free Fire?

Free Fire teve seu primeiro beta lançado em 2017, com uma proposta muitos simples. Até cinquenta jogadores saltam de paraquedas e, a partir daí, devem eliminar os outros personagens e garantir a própria sobrevivência. Isso, dentro de uma logística de busca de armas e suprimentos, assim como de localização de regiões seguras.

A aplicação foi inspirada no battle royale PUBG e se tornou um sucesso comercial. Funciona em terceira pessoa e você precisa realizar um login para começar a jogar. O jogo tem um público tupiniquim enorme, explicado pelos baixos requisitos para funcionar. Por isso, pessoas com smartphones menos robustos também podem se divertir. Isso fez com que a Garena aproximasse o seu battle royale cada vez mais do país, acrescentando vários personagens brasileiros.

Por exemplo, o soldado Miguel, com uma caracterização similar à do Capitão Nascimento de Tropa de Elite. Até o DJ Alok tem sua representação em Free Fire, sendo um personagem jogável. Alguns mapas também contam com referências brasileiras, como Brasília em Purgatório, e Santa Catarina em Kalahari.

Como Free Fire funciona?

Uma das primeiras coisas que cada jogador faz costuma ser a busca pelos loots, os itens que ficam disponíveis no mapa. Para isso, os players até criaram um termo: “lootear”, o ato de pegar rapidamente as coisas mais valiosas. O jogo acontece em alguns mapas. Bermuda é o primeiro a ser lançado e é inspirado nas ilhas do Triângulo das Bermudas. É um dos favoritos do público.

Outro mapa, um pouco menor e mais voltado para trocação, é o Kalahari. Foi inspirado no deserto com o mesmo nome localizado no sul da África. Por fim, há o extenso Purgatório. É dividido por um rio. Existe uma extensão do cenário não acessível nas partidas normais, mas que aparece na Hora do Rush, um evento especial com área reduzida e menos jogadores.

Um dos pontos que chama a atenção no Free Fire é a competição profissional, batendo recordes de audiência no streaming do YouTube brasileiro. A equipe nacional mais conhecida é a LOUD, chegando a bater 1 bilhão de visualizações na rede. O time representa o Brasil na Free Fire World Series e já em 2019 se destacava nos campeonatos. Outro nome conhecido é o Bruno “Nobru”, do Corinthians, eleito o melhor player do mundo em 2019.

Quem criou o Free Fire?

Diferentemente do que muitos pensam, o Free Fire não foi criado pela singapurense Garena, mas pela modesta desenvolvedora vietnamita 111 Dots Studio. A produtora é a responsável apenas pela publicação. Essa também publicou outros jogos de renome, como o conhecido League of Legends. O beta aberto publicado em 2017 já causou impacto positivo antes mesmo da versão oficial.

Assim, o battle royale alcançou popularidade principalmente nos países em que a maior parte dos usuários conta com smartphones modestos, graças à boa adaptação. Há tantos usuários brasileiros que o país conta com um servidor exclusivo. Por isso, o game também é fonte de inclusão social. Não há exigências robustas de software e você pode se divertir até com dispositivos antigos.

Isso porque é possível rodar o jogo a partir do Android 4.0, lançado originalmente em 2011. Assim como outros battle royales, os desenvolvedores fizeram questão de criar vários modos. Na ilha de treinamento, você pode aprimorar suas habilidades. No modo clássico, você pode jogar solo ou em “squad”, um grupo que joga em parceria. Ainda há as partidas ranqueadas, o modo competitivo em que os jogadores acumulam pontos e patentes. Por fim, o contra squad, em que duas equipes se enfrentam.

O que não fazer durante uma partida?

Embora a prática traga boa parte das manhas necessárias para se dar bem, existem alguns erros que quem está começando costuma cometer. O primeiro acontece antes mesmo do jogo começar. No lobby, a principal dica de Free Fire que vale levar em conta é prestar bastante atenção nos itens. Boa parte deixa esses detalhes passarem despercebidos e só percebem no meio da partida.

No início, o ideal é lootear de forma prudente. Às vezes, iniciantes confundem o ritmo dos FPS online com os dos battle royale e acabam se expondo à trocação de forma mais inconsequente. O problema é que essa é uma forma de voltar rapidamente ao lobby. Por isso, partir para o combate só faz sentido quando há o mínimo de equipamento para ter alguma vantagem.

Ainda assim, fugir da trocação imprudente não significa evitar o combate o tempo todo. Em algum momento, você vai precisar entrar em confrontos para treinar sua habilidade em tiro, uma das mais importantes do jogo. Por isso, tenha sempre um objetivo em mente. Se for treinar ou jogar no “rushadão”, usando uma estratégia mais agressiva e combativa, os lugares mais povoados podem ser os mais indicados. Por fim, evite correr sempre com a arma equipada, já que sua movimentação fica mais lenta.

Quais são as melhores dicas de Free Fire?

novas versões do game, como o “Free Fire Max”, com efeitos gráficos mais elaborados feitos para hardwares robustos. Mas enquanto a versão não vem, você pode se dar bem no jogo seguindo algumas dicas de Free Fire, como as que escrevemos a seguir.

Escolha bem o seu local de salto

Geralmente, iniciantes costumam ser facilmente eliminados pelos experientes. Por isso, rushar não é uma boa ideia no começo das partidas. A primeira dica de Free Fire é começar com uma estratégia defensiva, evitando se expor e procurando zonas mais tranquilas. Seguir a linha do avião provavelmente vai fazer com que você encontre muitos adversários. Às vezes, as cidades, vilas e regiões com mais itens também são as mais povoadas.

Por isso, procure levar o risco em conta. No mapa Bermuda, por exemplo, cada área conta com benefícios e cuidados próprios. Shipyard tem vários itens e é um bom lugar para lootear, mas os guindastes costumam atrair jogadores que gostam de “camperar”, ficar de tocaia esperando os adversários passarem. Já Riverside, é uma região urbanizada frequentemente alvo de rush e com pouca cobertura.

Kalahari costuma ter a Pedra do Baú como zona isolada para procurar segurança. O submarino, por sua vez, tem bastante possibilidade de loot, assim como trocação. O Cemitério de Elefantes é um meio termo, permitindo lootear com algum nível de cobertura. No Purgatório, Mableworks conta com itens de boa qualidade e tem vários esconderijos, embora seja mais procurada pelos players. Já Brasília, mais uma referência tupiniquim, é disputada e tem bastante opção de loot.

Evite ficar parado

Free Fire não notifica os jogadores quando estão dentro da mira de algum adversário e nem sempre é possível ver o outro personagem. Por isso, se você não estiver coberto ou camperando, evite ficar parado. Isso porque a movimentação torna a tarefa de acertar um oponente mais difícil. É principalmente mais complicado para os que querem “subir capa”, acertar um headshot.

Assim, o ideal é se familiarizar com o HUD, a interface de botões do Free Fire. Desse modo, você evita os erros que podem aparecer na hora de se movimentar rapidamente. A Ilha de Treinamento costuma ser um bom lugar para isso. Caso queira mudar algum controle, pode ir em “configurações” e procurar a aba “controles”.

Um comando que pode facilitar sua vida é a troca rápida de armas. Por meio dele, você interage com um botão que permite mudar entre os dois equipamentos com apenas um toque na tela. Em confrontos com um oponente próximo, o recurso pode facilitar sua vida. Você também pode evitar manter o botão de atirar apertado. A razão é o fato de manter o personagem parado, facilitando a reação dos adversários.

Repare nas armas

Os battle royales mais famosos do mercado costumam ter uma variedade grande de armas e o Free Fire não é diferente. Você pode encontrar rifles snipers, fuzis de assalto, escopetas, submetralhadoras, pistolas e lançadores. Há três slots: um para pistolas e outros dois para qualquer tipo de arma. Assim, uma dica de Free Fire válida é se manter preparado para vários tipos de combate.

Procure apostar em pelo menos uma arma para longa distância, como snipers, e outra para longa, como submetralhadoras. Ainda vale observar seu estilo. Se você não gosta de rushar e tem uma estratégia mais defensiva, pode investir nas opções de longa distância. Mas em cenários mais combativos, as que contam com dano mais alto são mais efetivas.

Embora a espingarda de assalto seja efetiva a média e longa distância, nem sempre é fácil de controlar durante o disparo. As escopetas provocam um dano bem alto, mas é preciso estar próximo. As snipers pintam entre as mais procuradas, ainda que não sejam fáceis de encontrar no mapa. Já as pistolas, não são muito úteis por sua efetividade estar unicamente em confrontos próximos. Por fim, as submetralhadoras têm uma cadência alta e funcionam bem em curta distância. Essa é familiar para a maior parte dos jogadores habituados aos jogos FPS tradicionais.

Cuide da sensibilidade

Embora possa parecer inicialmente um detalhe pouco importante, a sensibilidade tem peso na hora de acertar os tiros mais difíceis e subir capa. O jogo conta com configurações que permitem ajustes em relação aos movimentos e às miras. Os valores vão de zero a 100 e você pode ter uma experiência diferente se jogar com periféricos em um emulador, por exemplo.

Aqui, há vários tipos de sensibilidade. A geral diz respeito aos movimentos direcionais dos personagens, também influenciando na mira padrão. A Red Dot define a mira ponto, quando a arma não conta com acessórios. A Mira 2X é a de submetralhadoras e rifles de assaltos, sendo o zoom em duas vezes da mira comum. A 4X segue a mesma lógica, sendo a ampliação em quatro vezes.

Por fim, há a AWP. Essa define a mira dos snipers. Aqui, vale reparar no tipo de dispositivo que você está usando. No iOS, por exemplo, os players costumam perceber o toque como mais sensível, fazendo com que valores medianos sejam mais recomendados. Isso, principalmente em relação às miras ampliadas dos dispositivos que rodam Android.

Escolha os personagens certos

Um dos pontos que chamam a atenção no Free Fire é a variedade e a criatividade dos personagens. Além dos brasileiros que já citamos, o jogo conta com várias outras opções inspiradas em pessoas reais. O jogador Cristiano Ronaldo, por exemplo, conta com sua própria representação no game, atendendo pelo nome Chrono. Com seu “escudo tunado”, a versão virtual do atleta chegou a ser nerfado por ser uma opção “apelona”.

Cada personagem conta com habilidades específicas e é indicado para perfis diferentes. Kelly, por exemplo, tem uma velocidade aumentada em até 6%, sendo indicada para os players que buscam agilidade. Paloma pode carregar certas munições sem demandar espaço na mochila, enquanto Hayato pode tem o sistema de danos modificado.

Alok tem uma habilidade que faz sentido para um Dj: a “som na caixa”, aumentando sua velocidade e regenerando o HP dos parceiros próximos. O personagem Andrew, que a comunidade costuma atribuir sua inspiração ao personagem John Wick interpretado por Keanu Reeves, é mais resistente a danos. O battle royale permite equipar habilidades secundárias de outros personagens, trazendo mais liberdade às escolhas.

Tome cuidado com airdrops

Os airdrops são caixas repletas de itens importantes que literalmente caem do céu. Geralmente, emitem uma luz que pode ser vista do outro lado do mapa, sendo encontrada facilmente. A opção pode facilitar a vida de jogadores com poucos loots, já que é possível encontrar armas, coletes, silenciadores e por aí vai. O problema é que você provavelmente não vai ser a única pessoa a procurar um airdrop.

Por isso, os jogadores desprevenidos podem ser alvos fáceis se irem em busca das caixas com pouco cuidado. Aqui, uma das dicas de Free Fire é ir na surdina ou evitar a busca dos itens, já que o lugar provavelmente vai ser muito visado. Caso você mesmo queira chamar um airdrop, o processo é simples. Durante a partida, há um carregador simbolizado pelo ícone de sinalizador no lado esquerdo. Quando a opção estiver habilitada, basta ativar e selecionar o lugar da queda.

Vale lembrar que a caixa produz dano — se você for atingido pela caixa, vai ser eliminado. Por ficar sinalizado para os outros players, provavelmente o lugar vai ficar povoado de gente. Por isso, procure selecionar bem a localização. Regiões mais remotas e isoladas são as ideais. Ainda é possível camperar e usar um airdrop como uma armadilha para pegar os adversários.

Torne a jogatina mais divertida

O Free Fire conta com várias opções de personalização para tornar a jogatina mais divertida e interessante. Se você reparar nos jogadores parceiros da Garena, vai ver que contam com um V, simbolizando que são perfis verificados. Você pode usar um ícone que imita o original, colando o símbolo Ⓥ. Basta ir nas informações do jogador e alterar o apelido.

Você também pode personalizar e estilizar sua assinatura com cores. Basta ir nas informações do jogador e inserir códigos de cores antes das palavras. Por exemplo, se você quiser tornar o termo “fulano” em itálico e amarelo, basta escrever “[i][f0ff00]fulano”. Ainda assim, a forma mais comum de personalização é o uso de skins, velhas conhecidas dos entusiastas de jogos online.

Os itens aparecem pela compra de diamantes, pelo cumprimento de missões e por várias outras atividades. Outras pintam em eventos como Natal e Dia das Mães. Os desenvolvedores são criativos e existem inúmeras inspirações. La Casa de Papel, camisetas de futebol, One Punch Man e até Predador já foram contemplados.

Escolha um bom dispositivo

O battle royale da Garena é democrático e pode ser rodado nos dispositivos mais modestos. Mas caso você queira uma experiência melhor, a dica é apostar em opções robustas. Há várias alternativas intermediárias. O Moto G9 Plus tem uma tela grande que pode ser confortável para quem quer ter uma visão melhor dos mapas, contando com um processador Snapdragon e uma bateria mais potente para acompanhar as exigências da tela.

O LG Velvet também é uma smartphone intermediário com telona e display OLED. As imagens são em Full HD+ e você também vai contar com uma resolução que não deixa a desejar na hora de visualizar os cenários do jogo. Caso você queira uma opção da Samsung, a sul-coreana conta com o Galaxy A72 como uma das principais opções intermediárias. Apesar da tela um pouco melhor, costuma sobrar espaço para acompanhar os movimentos do jogo.

Caso você queira apostar no desempenho e gastar um pouco mais, o Galaxy S21 e o iPhone 12 Pro estão entre os melhores hardwares do mercado, servindo como opções para o futuro Free Fire Max. Se não quiser apostar em um smartphone mais potente e o seu celular não rodar bem a versão atual do game, não se preocupe. A Garena está desenvolvendo o Free Fire Lite, uma versão ainda mais leve do jogo.

Mande ver no endgame

Se você já explorou algumas partidas online, talvez tenha reparado em como o jogo segue mais ou menos a mesma dinâmica ao longo dos jogos. Há o loot inicial, a movimentação após o looteamento, que os gamers costumam chamar de “rotação”, e o endgame. Uma das dicas de Free Fire que você pode seguir é priorizar um bom posicionamento na “safe”, a área segura que pinta no mapa.

Assim, você pode economizar recursos e marcar os times fora da zona. Às vezes, os players ficam preocupados em eliminar os adversários e esquecem que a posição é importante. Se você joga interagindo com o squad, vale apostar em uma boa comunicação. Priorizar a qualidade das informações para ajudar a equipe a encontrar boas estratégias para o booyah.

O ideal é ser o primeiro a disparar. Isso porque, nas zonas finais, a maior parte dos adversários vai estar com nível alto de equipamentos. Às vezes, ser discreto é uma boa estratégia, segurando o ímpeto de rushar nos poucos oponentes disponíveis. Assim, você não entrega sua localização e segue em uma posição privilegiada. O “gás”, a zona que reduz aos finais da partida, costuma ter dinâmicas próprias e jogar de costas para seu limite frequentemente é uma vantagem.

Acompanhe mais dicas de Free Fire

Ter em mente as dicas de Free Fire pode facilitar a sua vida ao lidar com players mais experientes. Embora a jogabilidade não seja complicada e a interface seja relativamente simples, saber por onde começar aumenta as chances de se dar bem nas ranqueadas e conseguir as patentes mais altas. Se você quer acumular diamantes e evoluir rapidamente, pode fazer facilmente as compras via Latam Gateway.

Não se esqueça de que Free Fire é sobretudo uma forma de entretenimento e diversão. Por isso, atitudes agressivas não devem ganhar espaço entre os players. Invista nos jogos como uma forma de socializar e competir, não de fazer inimigos. Você pode acompanhar as lives dos pro-players para pegar algumas dicas de Free Fire. O Instagram da Latam está sempre postando conteúdos interessantes e fazendo transmissões.

A Latam Gateway apoia a comunidade gamer e é especialista na monetização de jogos digitais, além de dar suporte para a compra de diamantes no Free Fire. Você pode conhecer as vantagens dos meios de pagamento no acessando o site!

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